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Prevenção à Violência

Prevenção à Violência

Com desfoque, mulher deitada com os braços esticados e mãos abertas esconde metade do rosto.
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Infelizmente, o Brasil é um País com altos índices de violência contra as mulheres. Você saberia identificar uma relação abusiva ou o que fazer para ajudar alguém que esteja vivendo nessa condição?

As principais formas de agressão são: violência física, psicológica, moral, sexual, além de prejuízos ou danos patrimoniais.

As mulheres que sofrem violência possuem algumas características comuns. Entre elas: Estresse, baixa autoestima, depressão, marcas de agressão pelo corpo, gravidez indesejada e alcoolismo.

A vergonha, o medo, a dependência financeira e a relação de afeto com o agressor ou agressora tornam mais difícil a decisão da vítima denunciar ou buscar ajuda profissional.

No caso das mulheres com deficiência que sofrem violência, a situação é ainda mais vulnerável, pois muitos agressores também desempenham o papel de cuidador. O que aumenta a sensação de dependência e impotência por parte da vítima.

Em nosso País, o tema tornou-se uma questão grave de saúde pública e o acesso à informação é fundamental para tomarmos atitudes e agirmos contra esse problema.

Abaixo destacamos algumas informações mais detalhadas sobre cada tipo de violência:

Violência física:
Quando o agressor ou agressora, de forma consciente e proposital, causa dor ou lesão no corpo da vítima, usando qualquer tipo de objeto, arma ou ainda com suas próprias mãos, como por exemplo, socos, chutes e empurrões.

Violência psicológica:
Quando o agressor ou agressora, de forma consciente e proposital, humilha, ofende isola, manipula ou abala emocionalmente a vítima, a fim de destruir sua autoestima e aumentar sua sensação de dependência.

Violência sexual:
Quando o agressor ou agressora obriga a vítima a presenciar ou participar de relações sexuais contra sua vontade, fazendo uso ou não de qualquer tipo de chantagem ou ameaça.

Violência moral:
Quando o agressor ou agressora, de forma consciente e proposital, produz calúnias, difamações ou injúrias, a fim de atacar ou destruir a reputação da vítima.

Violência patrimonial:
Quando o agressor ou agressora, de forma consciente e proposital, restringe, controla, omite, danifica ou destrói quaisquer tipos de bens ou recursos de propriedade da vítima.

Os exemplos citados acima, de maneira resumida, servem apenas para você ter uma ideia de situações que possam caracterizar a violência contra as mulheres.

Existem órgãos e instituições especializadas onde você pode buscar ajuda ou realizar denúncias, caso necessite.

Abaixo estão algumas dicas de lugares no Estado de São Paulo onde você encontra profissionais sempre prontos a ouvir, acolher e ajudar:

CRAS;

CREAS;

Casa da Mulher Brasileira; e

Delegacia da Mulher.

Todos estes serviços estão disponíveis em REDE DE ATENDIMENTO

Fluxograma do atendimento às mulheres vítimas de violência

Fluxograma com fundo roxo. Na parte superior esquerda, o título “Mulher em situação de violência”, ao lado, o logo do programa TODAS in-Rede. Dentro de caixas brancas, as informações hierarquizadas, dispostas na ordem: É uma situação de emergência - SIM - Ligue 190/Delegacias de Polícia/Casa da Mulher Brasileira/Delegacias de Defesa da Mulher. É uma situação de emergência - NÃO - Procurar rede de apoio/Programa Justiceiras/Casa da Mulher Brasileira/CRAS ou CREAS na região/Rede de Atendimento à Mulher. No canto inferior direito, uma imagem de uma mão segurando um celular.
Na segunda imagem, fluxograma com fundo roxo. Na parte superior esquerda, o título “Mulher em situação de violência doméstica”, ao lado, o logo do programa TODAS in-Rede. Dentro de caixas brancas, as informações hierarquizadas, dispostas na ordem: Quer fazer um boletim de ocorrência? - SIM - Internet/Presencia/Delegacias de Polícia/Delegacias de Defesa da Mulher. Quer fazer um boletim de ocorrência? - NÃO - Procurar Rede de Apoio/ PEM. Justiceiras/Casa da Mulher Brasileira/CRAS ou CREAS na região/Rede de Atendimento à Mulher. No canto inferior direito, uma imagem de uma mão segurando um celular.
Na terceira imagem, fluxograma com fundo roxo. Na parte superior esquerda, o título “Mulher em situação de violência sexual”, ao lado, o logo do programa TODAS in-Rede. Dentro de caixas brancas, as informações hierarquizadas, dispostas na ordem: 1. Buscar a UBS ou Hospital de Referência da sua cidade e região. 2. Receber atendimento e medicação necessária. 3. Fazer boletim de ocorrência (Passo não obrigatório para receber atendimento no hospital, UBS ou Rede de Apoio). 4. Caso você tenha ficado gestante você tem o direito de receber atendimento conforme norma técnica de prevenção e tratamento da violência sexual. Em caixas pretas, as informações estão dispostas na ordem: Procure apoio e acolhimento: Casa da Mulher Brasileira/Grupo Justiceiras/CRAS/CREAS/Rede de Atendimento à Mulher. No canto inferior direito, uma imagem de uma mão fechada, ao fundo uma mulher sentada de cabeça baixa.

Observação: Você pode encontrar a lista com os locais citados na página REDES DE ATENDIMENTO

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